Saltar al contenido
PodcastsCienciasA História repete-se

A História repete-se

Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho
A História repete-se
Último episodio

233 episodios

  • A História repete-se

    Das bandeiras às moedas, da esfera armilar aos cravos de abril: os símbolos e emblemas que marcaram a História de Portugal

    14/10/2026 | 1 h 6 min
    Neste episódio, Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho convidaram o historiador e heraldista Miguel Metelo de Seixas para conversar sobre os símbolos e emblemas que marcaram a História de Portugal.
    Qual a primeira bandeira de Portugal e como evoluiu? E que cores estão associadas ao nosso país? Qual a importância da numismática para o conhecimento da História? Ainda, que símbolos atravessaram séculos e, depois de reinterpretados, continuam a ser usados na atualidade?
    See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • A História repete-se

    Talvez a melhor do Mundo: a História da cortiça e da indústria corticeira portuguesa

    07/10/2026 | 1 h 2 min
    Neste episódio, Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho convidaram o historiador e professor universitário Carlos Manuel Faísca para conversarem sobre a História da indústria corticeira e da cortiça portuguesa, considerada por muitos como a melhor do mundo.
    Quais as aplicações da cortiça na época pré industrial? Qual foi a importância da expansão do vinho engarrafado no desenvolvimento da indústria corticeira? Como evoluiu o setor a partir da segunda metade do século XIX? Ainda, qual o impacto no setor corticeiro português das políticas agrícolas do século XX?
    See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • A História repete-se

    A vida intensa e conturbada de Leonor de Almeida Portugal, condessa de Oeynhausen e marquesa de Alorna

    30/09/2026 | 1 h 1 min
    Neste episódio, Lourenço Pereira Coutinho e Margarida Magalhães Ramalho conversam com Maria João Lopo de Carvalho, autora do livro “Marquesa de Alorna, do cativeiro de Chelas à corte de Viena”, adaptado a formato televisivo a estrear brevemente.
    Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre era filha dos marqueses de Alorna e neta dos marqueses de Távora. O processo que condenaria os seus avós a uma execução bárbara também se refletiria na sua família nuclear. O pai seria encarcerado no forte da Junqueira, enquanto ela, a mãe e a irmã seriam enclausuradas no mosteiro de Chelas. Durante os dezoito anos de cativeiro, Leonor refugiou-se nos estudos e na poesia, tornando-se numa das mulheres mais cultas da sua época. Os seus versos transpirariam para fora do convento levando muitos poetas e literatos a frequentar os “outeiros poéticos”, que se realizavam, em certas ocasiões, na grade desse mosteiro, só para a conhecerem. É nesse período que o poeta Filinto Elísio lhe daria o nome arcádico de Alcipe.
    Com a morte de D. José e o afastamento do marquês de Pombal, o cativeiro da família terminava. Casaria pouco depois com um militar austríaco, o conde Oeynhausen. Até 1790, a nova condessa conheceria várias cortes europeias onde privaria de perto com grandes vultos da intelectualidade da época. A morte do marido, em 1793, leva-a a isolar-se e a dedicar-se à educação dos filhos e das raparigas pobres de Almeirim, onde permanecia grande parte do tempo. Em 1801, regressa à corte e é nomeada dama de honor da princesa Carlota Joaquina. Com o aumentar do perigo napoleónico, D. Leonor funda a Sociedade da Rosa. Apesar de formalmente ter um carácter literário era, sobretudo, um espaço de debate livre de ideias. Considerando que podia ser um foco de subversão, Pina Manique, o intendente da polícia, obriga D. Leonor a abandonar o país. Nos seus anos de exílio, em Espanha e em Londres, D. Leonor torna-se um elemento activo do movimento de contrarrevolução que ficou conhecido por Vendeia. Só será autorizada a regressar em 1814. Com a morte do irmão Pedro e seus descendentes acabaria por herdar, em 1823, o título de marquesa de Alorna. Morreria em 1839, aos 89 anos.
    See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • A História repete-se

    Batalha do Buçaco: quando portugueses e britânicos derrotaram os exércitos de Napoleão

    23/09/2026 | 1 h 10 min
    Neste episódio, Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho convidaram o major-general Rui Moura, especialista na História da Guerra Peninsular, para conversar sobre a terceira invasão francesa de Portugal, mais concretamente sobre a crucial batalha do Buçaco, travada a 27 de setembro de 1810, passam por estes dias 216 anos.
    Qual o enquadramento político e militar da terceira invasão francesa, comandada pelo marechal Massena? Como foi que o tenente-general Arthur Wellesley, comandante dos exércitos aliados britânico e português, organizou a resistência e a comandou para a vitória no Buçaco? Como decorreu a batalha e o que foi determinante para a derrota dos franceses? Por fim, quais as consequências militares desta célebre batalha?
    See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • A História repete-se

    Todos contra os “Cabrais”: a “Maria da Fonte” e a Guerra Civil da Patuleia (1846-1847)

    16/09/2026 | 56 min
    Neste episódio, Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho conversam sobre a efervescente década de 1840 em Portugal, mais concretamente sobre a polémica figura de António Bernardo da Costa Cabral. Oriundo politicamente dos clubes radicais da esquerda liberal, Costa Cabral mudou por completo de posicionamento político no final da década de 1830, tornando-se então num expoente do “cartismo”, ou seja, da defesa de um governo forte articulado com o rei e sob os auspícios da Carta Constitucional de 1826. Entre 1842 e 1846, Costa Cabral foi a principal figura política de um governo formalmente liderado pelo duque da Terceira. Dinâmico e “fazedor”, Costa Cabral tinha no entanto tendências autoritárias. O seu desprezo pelas oposições, pelo parlamento e pelos costumes, bem como o seu enriquecimento súbito, suscitaram comentários e acabaram por juntar todo o espectro político contra si, dos setembristas aos miguelistas. Em 1846, foi demitido pela Rainha na sequência da revolta popular da “Maria da Fonte”. Seguiu-se a guerra civil da “Patuleia”, que terminou após a intervenção militar da Espanha e Reino Unido. Contudo, Costa Cabral contou com o apoio da Rainha D. Maria II para voltar ao governo em 1849, mas nada seria como antes. Em finais da década de 1840, toda a classe política liberal queria conduzir Portugal ao “progresso”, mas sem os métodos de Costa Cabral. Foi o que aconteceu a partir de 1851, data do início da “Regeneração”.
    See omnystudio.com/listener for privacy information.
Más podcasts de Ciencias
Acerca de A História repete-se
Um diálogo descontraído em torno da História, dos seus maiores personagens e acontecimentos. 'A História repete-se' não é uma aula, mas quer suscitar curiosidade pelo passado e construir pontes com o presente. Todas as semanas Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho partem de um ponto que pode levar a muitos outros... São assim as boas conversas.
Sitio web del podcast

Escucha A História repete-se, Jefillysh: Ciencia Simplificada y muchos más podcasts de todo el mundo con la aplicación de radio.net

Descarga la app gratuita: radio.net

  • Añadir radios y podcasts a favoritos
  • Transmisión por Wi-Fi y Bluetooth
  • Carplay & Android Auto compatible
  • Muchas otras funciones de la app