3435 episodios
Lula x Flávio Bolsonaro: Debate rasteiro à altura da atividade política no Brasil | Estadão Analisa
19/10/2026 | 1 h 14 minNo “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 19, Carlos Andreazza fala sobre o primeiro debate entre Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição de 2026, realizado pela Band em parceria com o Estadão, que foi marcado por um clima tenso e trocas de acusações de corrupção.
O senador insistiu que a mudança no governo federal é necessária para melhorar a vida dos brasileiros, principalmente na economia e na segurança pública, enquanto o atual presidente alternou a defesa da própria gestão com tentativas de desgastar Flávio.
A uma semana do pleito, as pesquisas indicam empate técnico, com o filho de Jair Bolsonaro (PL) numericamente à frente do atual presidente.
Precisando de uma virada, Lula trouxe ao debate o histórico de votações de Flávio quando era deputado estadual, a defesa de policiais envolvidos em crimes no Rio de Janeiro e a ligação com o banqueiro Daniel Vorcaro.
O resultado foi misto. Flávio conseguiu desviar das principais cascas de banana, irritando o presidente que o acusou de não responder às perguntas.
O senador, contudo, fez um mea culpa sobre a gestão de Bolsonaro na pandemia.
O primeiro debate presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado neste domingo, 18, pela Band/Estadão, teve provocações, bate-bocas e pedidos de expulsão nos bastidores.
A tensão entre os candidatos se estendeu à plateia, onde aliados dos dois lados trocaram acusações, comemoraram respostas e tentaram orientar os presidenciáveis durante o confronto.
Em diferentes momentos, integrantes da organização precisaram intervir para conter os desentendimentos.
Antes mesmo do início do debate, o clima já era de expectativa entre as duas equipes. Flávio fez uma oração no estúdio, enquanto Lula demonstrava tranquilidade à espera do confronto.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante
ASSINE O ESTADÃO:
Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.
Acesse:
https://estadao.me/RW4Jzo
See omnystudio.com/listener for privacy information.- No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 16, Carlos Andreazza fala sobre o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que foi entrevistado pela TV Globo.
No próximo dia 25, os brasileiros voltam às urnas para escolher quem governará o País pelos próximos quatro anos.
O petista enfrenta Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.
Leia mais aqui.
Lula disse na entrevista que é a favor de reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos.
Foi a primeira vez que ele se posicionou desta forma.
A segurança pública é o calcanhar de Aquiles do governo Lula e é uma das principais preocupações dos eleitores.
Em busca de votos, o presidente tenta aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança, que tramita no Senado.
Nesta quinta-feira, porém, houve um racha entre aliados de Lula e a oposição justamente por causa da questão da maioridade penal.
Diante do impasse, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), tirou a PEC da pauta e adiou a votação.
Novas revelações das relações entre o banqueiro e o ministro do Supremo, pois o Marketing de Vorcaro sugeriu adiar evento com Moraes após Magnitsky.
Diálogo no celular do banqueiro mostra que advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do STF, era responsável por definir detalhes de evento em Londres com equipe de Vorcaro.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante
ASSINE O ESTADÃO:
Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.
Acesse:
https://estadao.me/RW4Jzo
See omnystudio.com/listener for privacy information. Andreazza: Vai ter debate. Calor de Lula tira Flávio Bolsonaro do ar-condicionado | Estadão Analisa
15/10/2026 | 1 hNo “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 15, Carlos Andreazza fala sobre o cenário eleitoral desse ano.
Menos de 24 horas depois de declarar que não participaria do debate presidencial organizado pela Band/Estadão no próximo domingo, o senador e candidato do PL, Flávio Bolsonaro, voltou atrás na decisão.
A reviravolta ocorreu após uma reavaliação interna de urgência concluir que o prejuízo político de sua ausência seria consideravelmente maior do que os riscos de estar presente no confronto.
Inicialmente, o núcleo de comunicação temia colocar o candidato no debate por avaliar que qualquer erro ou deslize o deixaria exposto a uma semana inteira de sangria nas redes sociais, municiando a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com recortes negativos.
Por essa razão, a estratégia inicial previa participação apenas no debate da TV Globo, já na reta final da eleição, o que daria mais tempo de preparação ao candidato.
Contudo, dois fatores decisivos alteraram a rota da campanha do PL:
Em primeiro lugar, o movimento recente da campanha de Lula nas ruas começou a surtir efeito.
Levantamentos internos de tracking realizados por partidos aliados indicam uma leve reação do petista
Em segundo lugar, prevaleceu no entorno do candidato a leitura de que a exposição no debate não representa um risco real se Flávio mantiver a serenidade.
Aliados sustentam que Lula chega ao confronto com a imagem fragilizada, transmitindo mensagens envelhecidas e carregando a postura de quem saiu em desvantagem no primeiro turno.
No Senado, em conversa com o presidente Davi Alcolumbre (União-AP), após a aprovação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição (PEC) que põe fim à escala 6x1, o líder do PT na Casa, Camilo Santana (CE), atribuiu ao senador amapaense o resultado.
“Parabéns, presidente.
Você é o grande responsável por isso aqui”, disse o petista. Sorrindo e sem perceber que seu microfone estava aberto, Alcolumbre respondeu: “Não falei que ia dar certo?”.
O diálogo foi captado pela transmissão da TV Senado.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante
ASSINE O ESTADÃO:
Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.
Acesse:
https://estadao.me/RW4Jzo
See omnystudio.com/listener for privacy information.Lula lança o seu ‘quem quer dinheiro?’ Flávio Bolsonaro se esconde do debate | Estadão Analisa
14/10/2026 | 1 h 4 minNo “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre o segundo turno das eleições e da discussão de um tema crucial na disputa deste ano.
A 12 dias da votação de segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta terça-feira, 13, um pacote de bondades específico para os microempreendedores individuais (MEIs), um público estratégico que o adversário Flávio Bolsonaro (PL) tem sensibilizado.
As medidas são compostas por um perdão a dívidas tributárias com a União (os débitos somam R$ 12,6 bilhões) e um “Pix MEI” de R$ 5 mil, com custo estimado pelo governo em até R$ 5 bilhões e previsão de beneficiar cerca de 1 milhão de pessoas jurídicas.
Fazem parte do pacote, ainda, aumento do teto da categoria e compra de dívidas de empreendedores com instituições financeiras.
O Senado vota nesta quarta-feira, 14, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1, com o apoio de última hora do senador Flávio Bolsonaro (PL) - candidato à Presidência que mudou de posição na tentativa de impedir que seu adversário nas urnas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), capitalize politicamente com a aprovação da medida.
Já o presidente Lula lança uma “Carta para as Famílias Evangélicas Brasileiras” na qual pede apoio ao quarto mandato e afirma ter chegado até aqui “com a proteção divina, orientado por um propósito e missão”.
Após terminar o primeiro turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a campanha de Flávio Bolsonaro ganhou ares burocráticos e foi invadida por um clima de “já ganhou”, ao ponto de o candidato até enviar um “save the date” para o presidente da Colômbia se organizar para vir à sua posse em janeiro.
No entanto, as mobilizações pró-Lula na avenida Paulista e em Copacabana, no fim de semana, acenderam o alerta no QG bolsonarista sobre a necessidade de Flávio voltar o mais rapidamente possível para o contato direto com o eleitor e evitar o salto alto que a coordenação da campanha nega ter ocorrido.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante
ASSINE O ESTADÃO:
Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.
Acesse:
https://estadao.me/RW4Jzo
See omnystudio.com/listener for privacy information.Andreazza: Censura de Nunes Marques é homenagem a Alexandre de Moraes | Estadão Analisa
13/10/2026 | 1 h 5 minNo “Estadão Analisa” desta terça-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre o clima acirrado do segundo turno das eleições no Brasil.
No judiciário, o disparo de fake news pelas campanhas Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) acirraram a guerra de decisões judiciais envolvendo a eleição presidencial deste ano.
Decisões conflitantes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo as campanhas de Lula e Flávio no primeiro turno das eleições de 2026 expuseram uma tensão entre as cortes e provocaram uma disputa sobre os limites da atuação do Supremo em questões eleitorais.
O embate contrasta com um histórico em que os tribunais concordaram mais do que divergiram, especialmente no combate à desinformação e na proteção do sistema eleitoral.
O Supremo tem competência para rever decisões do TSE em situações previstas na Constituição, como quando há questionamentos sobre a legalidade de uma eleição.
Em geral, essa revisão ocorre por meio de recursos apresentados após o julgamento na Corte Eleitoral.
Foi o caminho feito pela campanha de Eduardo Paes (PSD), que recorreu ao STF após a anulação dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos), decisão que abriu caminho para a vitória de Douglas Ruas (PL) no primeiro turno da disputa pelo governo do Rio de Janeiro.
Mas o pedido de Paes foi rejeitado.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante
ASSINE O ESTADÃO:
Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.
Acesse:
https://estadao.me/RW4Jzo
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Más podcasts de Noticias
Podcasts a la moda de Noticias
Acerca de Estadão Analisa com Carlos Andreazza
O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Sitio web del podcastEscucha Estadão Analisa com Carlos Andreazza, René Franco presenta La Taquilla y muchos más podcasts de todo el mundo con la aplicación de radio.net

Descarga la app gratuita: radio.net
- Añadir radios y podcasts a favoritos
- Transmisión por Wi-Fi y Bluetooth
- Carplay & Android Auto compatible
- Muchas otras funciones de la app
Descarga la app gratuita: radio.net
- Añadir radios y podcasts a favoritos
- Transmisión por Wi-Fi y Bluetooth
- Carplay & Android Auto compatible
- Muchas otras funciones de la app


Estadão Analisa com Carlos Andreazza
Escanea el código,
Descarga la app,
Escucha.
Descarga la app,
Escucha.
Estadão Analisa com Carlos Andreazza: Podcasts del grupo
































