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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Carlos Andreazza: ‘O tribunal eleitoral paralelo de Alexandre de Moraes’ | Estadão Analisa

    29/07/2026 | 55 min
    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que deu 48 horas para que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se manifeste se ele autorizou ou não a produção e veiculação de um vídeo feito com inteligência artificial divulgado durante a convenção do PL que lançou o filho, Flávio Bolsonaro, à Presidência da República.
    O vídeo mostra Bolsonaro fazendo um discurso em favor do filho.
    Na decisão, Moraes apontou que “a eventual concordância de JAIR MESSIAS BOLSONARO com a divulgação de um vídeo produzido por IA, e amplamente divulgado nas redes sociais, contendo sua imagem e declarações ostensivamente político-eleitorais constituiria nova e grave transgressão à decisão judicial, poucos dias após ser sancionado, e passível de reversão da prisão domiciliar humanitária para o regime fechado.”
    Por outro lado, segundo o ministro, “se não houve autorização do custodiado JAIR MESSIAS BOLSONARO para utilização de sua imagem e voz para declarações político-eleitoral, além de constituir desrespeito à ordem judicial por FLÁVIO NANTES BOLSONARO e pelo Partido Liberal (PL), tal conduta poderá tipificar a denominada ‘deep fake’, prática expressamente vedada pela legislação eleitoral, uma vez que, haverá a caracterização de criação ou divulgação de conteúdo sintético destinado a associar artificialmente a imagem, a voz ou a manifestação de determinada pessoa a candidato, partido ou causa política, sem sua expressa autorização”.
    Durante o lançamento da candidatura de Flávio, o partido exibiu o vídeo que simulava a imagem e a voz do ex-presidente, que está em prisão domiciliar.
    O ministro lembrou ainda que, em decisão recente após a divulgação de uma carta de Jair Bolsonaro por Flávio, determinou a proibição da divulgação de manifestos políticos-eleitorais, inclusive por terceiros, independentemente do meio utilizado.
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    Carlos Andreazza: ‘Lula escolhe Trump como adversário em 2026’ | Estadão Analisa

    28/07/2026 | 58 min
    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Lula e da relação conturbada entre Brasil e EUA.
    O governo de Luiz Inácio Lula da Silva apresentou nesta segunda-feira, 27, um pedido de consultas aos Estados Unidos no âmbito do sistema de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa do tarifaço imposto por Trump ao País.
    A decisão foi comunicada em nota pelo Ministério das Relações Exteriores.
    O pedido refere-se às duas medidas tarifárias adotadas pelos EUA na semana passada sob a Seção 301 da sua Lei de Comércio de 1974.
    A primeira, resultante de investigação específica sobre o Brasil, impôs tarifa adicional de 25% ao País.
    O governo já havia anunciado que acionaria a OMC, que se encontra enfraquecida.
    Além disso, é estudado o uso da Lei da Reciprocidade — o que não significa, necessariamente, que alguma medida será adotada nesse sentido neste momento.
    Integrantes da diplomacia ouvidos pelo Estadão/Broadcast afirmaram que o posicionamento foi necessário para que ficasse claro o descontentamento com a medida.
    A partir de agora, será traçado caminho cuidadoso para identificar formas de aplicação da Lei de Reciprocidade sem que haja riscos para o mercado interno.
    Além disso, como mostrou o Estadão, o governo Lula quer segurar medidas de reciprocidade até as eleições para não dar palanque ao senador Flávio Bolsonaro (PL), principal desafiante de Lula.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Carlos Andreazza: ‘A convenção nacional de Jair Bolsonaro e o cavalo Flávio’ | Estadão Analisa

    27/07/2026 | 1 h 2 min
    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre a convenção Nacional do PL.
    Numa convenção com projeção internacional e chapa incompleta, o Partido Liberal (PL) lançou neste sábado, 25, a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
    A defesa do legado de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), e o destaque estratégico dado às mulheres no palco marcaram as três horas de evento.
    Ausente, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro prorrogou o clima de reconciliação com o enteado ao enviar um vídeo de apoio, antes de o presidente da Argentina, Javier Milei, levantar o público com um discurso de meia hora com ataques a Lula e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, a quem se referiu como um “lixo”.
    Flávio prometeu que, em 2027, Bolsonaro “vai subir aquela rampa do Planalto junto com a gente”.
    A convenção do PL exibiu também um vídeo gerado por inteligência artificial que simulava a imagem e a voz do ex-presidente Bolsonaro para declarar apoio ao senador.
    Logo no início da mensagem, o vídeo informava que se tratava de uma simulação.
    “Isso que vocês estão vendo aqui não sou eu, isso é uma simulação da minha imagem e da minha voz, feita com inteligência artificial”, dizia a gravação.
    O vídeo do ex-presidente Jair Bolsonaro gerado por inteligência artificial pode render questionamentos judiciais para a campanha do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
    A avaliação é de especialistas em direito eleitoral ouvidos pelo Estadão.
    Durante o lançamento da candidatura de Flávio, o partido exibiu o vídeo que simulava a imagem e a voz do ex-presidente, que está em prisão domiciliar.
    No vídeo, a simulação de Bolsonaro manifestava apoio à candidatura do filho e pedia que seus apoiadores recebessem Flávio de “braços abertos”.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Start #438 com Daniel Gonzales: Da reação à predição - como a IA muda a experiência do cliente na saúde

    25/07/2026 | 20 min
    Em praticamente qualquer segmento de negócio, conhecer o cliente apenas com base em seu relacionamento já deixou, há muito tempo, de ser um diferencial. O que faz uma empresa se destacar, agora, é entender comportamentos, antecipar necessidades e oferecer respostas certas, de forma personalizada, antes mesmo de um contato ou solicitação, com a inteligência artificial atuando em todas as etapas desse processo. Em uma operadora de planos de saúde voltada principalmente para pessoas com 49 anos ou mais, com foco especial no público 60+, e operação em modelo centrado no envelhecimento saudável, medicina preventiva e acompanhamento contínuo, esse desafio passa a ser ainda maior - a inteligência e a inovação devem permear todas as fases dessa relação, em múltiplos canais de atendimento, lidando com inúmeros perfis de clientes, tudo com o desafio não perder de vista o contato humano. Nesta semana, no Start, o apresentador Daniel Gonzales conversa sobre o tema com Barbara Feitosa, líder Customer Experience e Retention Manager da MedSênior. O programa vai ao ar nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Carlos Andreazza: 'Mendonça autoriza investigação sobre Flávio. Mas e as relações entre Vorcaro e ministros do STF?' Veja o Estadão Analisa

    24/07/2026 | 1 h
    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que autorizou a abertura de um inquérito pela Polícia Federal para apurar repasses do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, para o filme “Dark Horse”, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, trocou mensagens com Vorcaro pedindo dinheiro para ajudar bancar a produção. Mensagens por escrito e áudio dos contatos de Flávio com o dono do Banco Master foram reveladas pelo site Intercept Brasil. Flávio afirmou que a solicitação foi para patrocínio e não houve irregularidades.
    Mendonça autorizou a instauração da investigação a pedido da PF e com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR). O procurador-geral da República, Paulo Gonet, entendeu ter elementos para a abertura da investigação.

    E a Polícia Federal também tem suspeita de lavagem de dinheiro e evasão de divisas dos recursos utilizados para financiar o filme Dark Horse, a cinebiografia de Jair Bolsonaro.
    O valor vultoso e o complexo caminho do dinheiro despertou dúvidas entre os investigadores.
    São mais de R$ 61 milhões que saem da Entre Investimentos, que pertence a Daniel Vorcaro, do Banco Master, e chegam a um fundo no Texas, controlado por advogado próximo do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, para depois retornar ao Brasil para a Go Up Entertainment, ligada à empresária Karina Ferreira Gama.
    A PF quer saber a origem dos recursos, se vêm das fraudes perpetradas pelo Banco Master, e no que foram realmente utilizados, se acabaram pagando as despesas de Eduardo nos Estados Unidos.
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Acerca de Estadão Analisa com Carlos Andreazza
O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento. Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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