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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Caso Master: investigação sobre Jaques Wagner já contamina governo Lula | Estadão Analisa

    23/06/2026 | 1 h 2 min
    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a coordenação da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição, que avalia que o escândalo envolvendo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) no caso Master, já contamina o presidente.
    Em reunião a portas fechadas nesta segunda-feira, 22, dirigentes decidiram recomendar a saída de Wagner o mais rápido possível da liderança para se defender fora do cargo. Não é só: o PT vai adotar o discurso de que apoia as investigações relativas às falcatruas do Master contra quem for, seja oposição ou aliado.
    Pesquisas analisadas pela cúpula do partido indicam que a disputa à Presidência está mais apertada do que mostram os atuais levantamentos de intenção de voto. Embora o senador Flávio Bolsonaro (PL), principal desafiante de Lula, tenha perdido apoio após a revelação de suas ligações com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, trackings do governo indicam que essa queda estancou.
    Ainda líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira, 22, recurso para tentar anular a decisão que permitiu a operação de busca e apreensão em suas moradias.
    A defesa do senador sustenta que houve “erros graves” e que Wagner não atuou no Congresso Nacional para favorecer o Banco Master, de Daniel Vorcaro.
    O Estadão teve acesso com exclusividade a trechos inéditos da investigação. Wagner foi alvo de busca e apreensão na nona fase da Operação Compliance Zero sob suspeita de receber propinas do Master por meio de um apartamento de R$ 2,5 milhões e um repasse de R$ 3,5 milhões a uma empresa de seu enteado, além de outras supostas vantagens indevidas.
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    Carlos Andreazza: ‘Master e a disputa eleitoral na lama’ | Estadão Analisa

    22/06/2026 | 1 h 4 min
    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 22, Carlos Andreazza fala sobre o Caso Master e sua influência na disputa eleitoral de 2026.
    Já se sabia que o escândalo do Banco Master tinha potencial para se espraiar por todo o espectro político brasileiro.
    A estratégia do banqueiro Daniel Vorcaro era justamente a de cultivar um grande número de “amigos” influentes em Brasília, se possível nos Três Poderes e com indiferença aos matizes ideológicos.
    O fato das investigações agora alcançarem o petista Jaques Wagner, líder do governo no Senado e político de confiança do presidente Lula — depois de já terem chegado a Ciro Nogueira, do PP, e das revelações sobre Flávio Bolsonaro, do PL, entre outros políticos citados —, deixa a sensação, para os cidadãos que acompanham o noticiário político de que estão todos no mesmo barco.
    A exatamente um mês da abertura do prazo das convenções partidárias, as pré-campanhas presidenciais entram em uma fase decisiva para resolver pendências antes da largada formal da eleição.
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) terão de ajustar estratégias, acomodar aliados, organizar palanques e definir o tom com que pretendem chegar ao período em que as candidaturas, alianças e chapas passam a ser oficializadas pelos partidos.
    No PT, a prioridade passa por alinhar a comunicação digital, reforçar bandeiras e entregas do governo, aparar arestas jurídicas e destravar palanques estaduais ainda sensíveis, como São Paulo e Minas Gerais.
    Para Flávio Bolsonaro, o desafio é chegar às convenções menos associado ao desgaste do caso Master e mais vinculado a propostas próprias, especialmente nas áreas econômica e de segurança pública.
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    Start #433 com Daniel Gonzales: IA chega a 17% das empresas brasileiras: resultado ou promessa?

    20/06/2026 | 32 min
    O uso de Inteligência Artificial nas empresas brasileiras passou de 13% para 17% em apenas um ano. Entre as grandes empresas, a adoção saltou de 38% para 50%. Já entre as pequenas, o índice cresceu de 10% para 15%. Os números são da nova edição da pesquisa TIC Empresas, do Cetic.br, e ajudam a entender o estágio de desenvolvimento da IA no ambiente corporativo brasileiro. O que explica esse avanço? Em quais setores a tecnologia está ganhando mais espaço? O Brasil está acelerando sua maturidade digital ou ainda estamos nos primeiros passos dessa transformação? Esses são alguns dos temas da entrevista de hoje no Start, que recebe Leonardo Melo Lins, coordenador da pesquisa TIC Empresas. Na conversa com o apresentador Daniel Gonzales, ele analisa os resultados da pesquisa e o que eles revelam sobre competitividade, produtividade e o futuro da Inteligência Artificial nas empresas brasileiras. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.
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    Andreazza: Sem surpresa, PT da Bahia leva caso Master para o colo do governo Lula | Estadão Analisa

    19/06/2026 | 1 h 5 min
    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 19, Carlos Andreazza fala sobre a ação da Polícia Federal, a nona fase da Operação Compliance Zero que teve como alvo principal de busca e apreensão o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo Lula no Senado.
    A investigação apura fraudes envolvendo o Banco Master e o PT da Bahia, os vínculos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e a suposta participação do parlamentar no esquema.
    A assessoria de Jaques Wagner divulgou nota sustentando que não atuou a favor do Master e que está à disposição das autoridades.
    A PF suspeita que Jaques Wagner recebeu um imóvel de R$ 2,5 milhões e pagamentos de propina que totalizaram R$ 3,5 milhões por meio de uma empresa ligada a um de seus familiares.
    Segundo os investigadores, a estrutura teria sido utilizada para ocultar vantagens indevidas supostamente pagas no contexto das fraudes investigadas na Compliance Zero.
    Alvo de nova fase da Operação Compliance Zero, o senador Jaques Wagner (PT-BA) já havia se pronunciado sobre o caso na tribuna do Senado após acusações de Flávio Bolsonaro (PL).
    O discurso ocorreu em 13 de maio, mesma data em que o Intercept Brasil divulgou conversas do filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro.
    Na ocasião, Flávio fez declarações em que associa o Master ao governo do PT na Bahia e cobra Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar irregularidades no esquema de Vorcaro.
    “A gênese do Banco Master aconteceu no governo de Jair Messias Bolsonaro e não na Bahia”, declarou o senador, que citou a aprovação da compra do banco por Vorcaro, feita pelo Banco Central durante a gestão do ex-presidente do BC Campos Neto, indicado por Bolsonaro.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Andreazza: ‘No Brasil xandônico, quando aperta, tudo vira ataque e a autoridade vira instituição’

    18/06/2026 | 1 h 7 min
    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 18, Carlos Andreazza fala sobre o atual momento do Supremo Tribunal Federal, suas disputas internas e as reações dos ministros as falas de diversos setores da opinião pública.
    Enquanto Alexandre de Moraes votava no plenário da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) pela condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro por coação, na Segunda Turma André Mendonça defendia que o pai de Daniel Vorcaro, Henrique Vorcaro, continuasse em prisão preventiva.
    As duas turmas ficam em um anexo do Supremo, uma no terceiro andar e a outra, no quarto. No terceiro andar, Moraes afirmava: “Processo penal não é palhaçada”. No andar de cima, Mendonça usava de ironia para citar a frase célebre dita por Moraes nos processos da tentativa de golpe: “Não foi um passeio no parque”, declarou para se referir ao escândalo do Banco Master.
    No Supremo, Mendonça tem dois apoiadores fiéis, que concordam com ele em matéria penal: Kassio Nunes Marques e Luiz Fux. Coincidentemente, os dois integram a Segunda Turma.
    Depois que Dias Toffoli se declarou impedido para julgar o caso Master, o caminho de Mendonça rumo à maioria ficou menos tortuoso. Apenas Gilmar Mendes defendeu que os investigados fossem transferidos para a prisão domiciliar. Nas sessões de turma, Gilmar costuma fazer uma dobradinha com Toffoli. Dessa vez, ficou isolado.
    O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado nesta quarta-feira, 17, para ser o relator da notícia-crime apresentada pelo senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ele acusa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de ameaça e incitação ao crime.
    A ação, protocolada em 4 de junho, pede a abertura de inquérito para investigar discurso em que Lula falou sobre enforcamento de “traidores da pátria” em Catalão (GO).
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Acerca de Estadão Analisa com Carlos Andreazza
O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento. Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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