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- No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 16, Carlos Andreazza fala sobre o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que foi entrevistado pela TV Globo.
No próximo dia 25, os brasileiros voltam às urnas para escolher quem governará o País pelos próximos quatro anos.
O petista enfrenta Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.
Leia mais aqui.
Lula disse na entrevista que é a favor de reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos.
Foi a primeira vez que ele se posicionou desta forma.
A segurança pública é o calcanhar de Aquiles do governo Lula e é uma das principais preocupações dos eleitores.
Em busca de votos, o presidente tenta aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança, que tramita no Senado.
Nesta quinta-feira, porém, houve um racha entre aliados de Lula e a oposição justamente por causa da questão da maioridade penal.
Diante do impasse, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), tirou a PEC da pauta e adiou a votação.
Novas revelações das relações entre o banqueiro e o ministro do Supremo, pois o Marketing de Vorcaro sugeriu adiar evento com Moraes após Magnitsky.
Diálogo no celular do banqueiro mostra que advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do STF, era responsável por definir detalhes de evento em Londres com equipe de Vorcaro.
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See omnystudio.com/listener for privacy information. Andreazza: Vai ter debate. Calor de Lula tira Flávio Bolsonaro do ar-condicionado | Estadão Analisa
15/10/2026 | 1 hNo “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 15, Carlos Andreazza fala sobre o cenário eleitoral desse ano.
Menos de 24 horas depois de declarar que não participaria do debate presidencial organizado pela Band/Estadão no próximo domingo, o senador e candidato do PL, Flávio Bolsonaro, voltou atrás na decisão.
A reviravolta ocorreu após uma reavaliação interna de urgência concluir que o prejuízo político de sua ausência seria consideravelmente maior do que os riscos de estar presente no confronto.
Inicialmente, o núcleo de comunicação temia colocar o candidato no debate por avaliar que qualquer erro ou deslize o deixaria exposto a uma semana inteira de sangria nas redes sociais, municiando a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com recortes negativos.
Por essa razão, a estratégia inicial previa participação apenas no debate da TV Globo, já na reta final da eleição, o que daria mais tempo de preparação ao candidato.
Contudo, dois fatores decisivos alteraram a rota da campanha do PL:
Em primeiro lugar, o movimento recente da campanha de Lula nas ruas começou a surtir efeito.
Levantamentos internos de tracking realizados por partidos aliados indicam uma leve reação do petista
Em segundo lugar, prevaleceu no entorno do candidato a leitura de que a exposição no debate não representa um risco real se Flávio mantiver a serenidade.
Aliados sustentam que Lula chega ao confronto com a imagem fragilizada, transmitindo mensagens envelhecidas e carregando a postura de quem saiu em desvantagem no primeiro turno.
No Senado, em conversa com o presidente Davi Alcolumbre (União-AP), após a aprovação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição (PEC) que põe fim à escala 6x1, o líder do PT na Casa, Camilo Santana (CE), atribuiu ao senador amapaense o resultado.
“Parabéns, presidente.
Você é o grande responsável por isso aqui”, disse o petista. Sorrindo e sem perceber que seu microfone estava aberto, Alcolumbre respondeu: “Não falei que ia dar certo?”.
O diálogo foi captado pela transmissão da TV Senado.
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See omnystudio.com/listener for privacy information.Lula lança o seu ‘quem quer dinheiro?’ Flávio Bolsonaro se esconde do debate | Estadão Analisa
14/10/2026 | 1 h 4 minNo “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre o segundo turno das eleições e da discussão de um tema crucial na disputa deste ano.
A 12 dias da votação de segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta terça-feira, 13, um pacote de bondades específico para os microempreendedores individuais (MEIs), um público estratégico que o adversário Flávio Bolsonaro (PL) tem sensibilizado.
As medidas são compostas por um perdão a dívidas tributárias com a União (os débitos somam R$ 12,6 bilhões) e um “Pix MEI” de R$ 5 mil, com custo estimado pelo governo em até R$ 5 bilhões e previsão de beneficiar cerca de 1 milhão de pessoas jurídicas.
Fazem parte do pacote, ainda, aumento do teto da categoria e compra de dívidas de empreendedores com instituições financeiras.
O Senado vota nesta quarta-feira, 14, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1, com o apoio de última hora do senador Flávio Bolsonaro (PL) - candidato à Presidência que mudou de posição na tentativa de impedir que seu adversário nas urnas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), capitalize politicamente com a aprovação da medida.
Já o presidente Lula lança uma “Carta para as Famílias Evangélicas Brasileiras” na qual pede apoio ao quarto mandato e afirma ter chegado até aqui “com a proteção divina, orientado por um propósito e missão”.
Após terminar o primeiro turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a campanha de Flávio Bolsonaro ganhou ares burocráticos e foi invadida por um clima de “já ganhou”, ao ponto de o candidato até enviar um “save the date” para o presidente da Colômbia se organizar para vir à sua posse em janeiro.
No entanto, as mobilizações pró-Lula na avenida Paulista e em Copacabana, no fim de semana, acenderam o alerta no QG bolsonarista sobre a necessidade de Flávio voltar o mais rapidamente possível para o contato direto com o eleitor e evitar o salto alto que a coordenação da campanha nega ter ocorrido.
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See omnystudio.com/listener for privacy information.Andreazza: Censura de Nunes Marques é homenagem a Alexandre de Moraes | Estadão Analisa
13/10/2026 | 1 h 5 minNo “Estadão Analisa” desta terça-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre o clima acirrado do segundo turno das eleições no Brasil.
No judiciário, o disparo de fake news pelas campanhas Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) acirraram a guerra de decisões judiciais envolvendo a eleição presidencial deste ano.
Decisões conflitantes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo as campanhas de Lula e Flávio no primeiro turno das eleições de 2026 expuseram uma tensão entre as cortes e provocaram uma disputa sobre os limites da atuação do Supremo em questões eleitorais.
O embate contrasta com um histórico em que os tribunais concordaram mais do que divergiram, especialmente no combate à desinformação e na proteção do sistema eleitoral.
O Supremo tem competência para rever decisões do TSE em situações previstas na Constituição, como quando há questionamentos sobre a legalidade de uma eleição.
Em geral, essa revisão ocorre por meio de recursos apresentados após o julgamento na Corte Eleitoral.
Foi o caminho feito pela campanha de Eduardo Paes (PSD), que recorreu ao STF após a anulação dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos), decisão que abriu caminho para a vitória de Douglas Ruas (PL) no primeiro turno da disputa pelo governo do Rio de Janeiro.
Mas o pedido de Paes foi rejeitado.
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See omnystudio.com/listener for privacy information.‘Flávio Bolsonaro explora a perspectiva de poder. Lula vai para o tudo ou nada’ | Estadão Analisa
09/10/2026 | 1 h 9 minNo “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre a disputa do segundo turno das eleições.
A campanha de Flávio Bolsonaro acolhe os náufragos do primeiro turno e os partidos do Centrão, tão rápidos e vorazes como quando pularam em todos os governos eleitos e no barco de Lula quando ele era, ou parecia, favorito no primeiro turno.
E uma pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 8, aponta que o senador Flávio Bolsonaro soma 49% das intenções de voto totais no segundo turno, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Eleitores que vão votar em branco ou nulo são 5%, enquanto 1% estão indecisos. Os dois candidatos estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
Considerando os votos válidos, ou seja, excluindo-se brancos, nulos e indecisos, Flávio teria hoje 52% e Lula somaria 48%.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um vídeo selfie nas redes sociais, no qual ele cobra qual será o voto de Flávio Bolsonaro na discussão do fim da escala 6x1.
Segundo Andreazza, é “um projeto muito popular, que fala com as pessoas para valer, que fala com o povo. Com base nisso Lula tenta encurralar Flávio Bolsonaro, que está jogando parado, que está confortável, defendendo a sua vantagem”
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