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  • A Semana na Imprensa - Cuidado com os cookies e as curtidas na internet, alerta revista francesa
    Na era do big data, o recolhimento de informações deixadas pelos internautas na web é um negócio bilionário. Manter a privacidade está cada vez mais difícil, apesar das legislações de proteção adotadas no Brasil ou na União Europeia. Nesta semana, a revista francesa Challenges publica uma reportagem sobre o tema e dá algumas dicas para as pessoas protegerem seus dados pessoais. As marcas descobriram a riqueza das pegadas que os consumidores deixam registradas nas redes sociais e nos sites que visitam. Empresas se especializaram na coleta dessas informações, apesar da transferência de dados para outras companhias ser punida pelo Código Penal francês, se não houver autorização expressa do usuário. Mas há buracos na legislação.  Uma pesquisa publicada em junho e realizada pela consultoria Arlington para a Kaspersky, empresa especialista em segurança de sistemas de informação, mostrou que 87% dos internautas franceses concordam em compartilhar seus dados com os gigantes da web. "Seis em cada dez até dizem sim a todos os cookies, quando navegam em um novo site", relata a Challenges.  No entanto, quando questionados se não temem as consequências do compartilhamento de informações, apenas 40% afirmam ter confiança no Facebook e na Amazon, e só 24% acreditam que o americano Mark Zuckerberg respeitará a confidencialidade dos dados pessoais de seus clientes. A maioria dos franceses continua a utilizar alegremente os serviços do Facebook, Twitter, WhatsApp, Instagram, Snapchat, TikTok ou Clubhouse, apesar das críticas que são feitas à forma como essas empresas ganham dinheiro explorando o perfil de cada um.  A aspiração de dados para entender o comportamento dos usuários de uma determinada faixa etária, uma cidade ou a opinião que eles compartilham sobre uma marca é muito comum, observa a Challenges. Cuidado com os cookies e as curtidas, adverte, no entanto, a revista.  Mina de ouro "Um único perfil pode conter até 30.000 pontos de dados, e é mais eficiente do que um psicanalista para conhecer alguém", explica Laurane Raimondo, especialista do Centro de Segurança e Defesa de Lyon. "Os rastros que deixamos na maneira como utilizamos os cookies, as curtidas, os metadados de fotografias ou os anúncios publicitários que consultamos se tornam uma mina de ouro", afirma. Geralmente, um usuário da internet só pensa em proteger seus dados bancários, mas esquece de ocultar informações sobre a saúde.  "No Instagram, cada vez mais posts se referem ao drama de um familiar com câncer ou mostram um estudante que acabou de comprar uma motocicleta, algo que aumenta o risco de acidente grave. A rede social impulsiona esse tipo de mensagem, seja para comover o internauta, chocá-lo ou estimular o consumo de produtos relacionados. As seguradoras e empresas de crédito são ávidas desse tipo de informação", explica Laurane Raimondo.  Na Europa, o montante da venda de dados pessoais, às vezes previsto nas longas listas de condições de utilização publicadas pelas empresas, já teria ultrapassado € 1 trilhão em 2020, segundo o Boston Consulting Group. O scraping, ou raspagem na web, técnica que automatiza a coleta de dados em um site ou aplicativo, é cada vez mais popular. Em abril passado, um banco de dados de 533 milhões de contas e números de telefone de usuários do Facebook vazou ao público.  Dicas de proteção Para se proteger de uma invasão de publicidade e até evitar problemas de segurança, a Challenges recomenda aos seus leitores que tenham apenas um perfil no LinkedIn, para uso profissional, com o menor número possível de informações. Não compartilhar em hipótese alguma dados sobre a saúde de familiares e amigos, muito menos sobre salário e nível de renda. Em lugar de gigantes da web como Google, Apple, Amazon e filiais do Facebook, dar preferência às redes Mastodon, Signal – considerado um bom substituto ao WhatsApp –, e ProtonMail, que de fato protegem os dados pessois de seus usuários e não têm a venda de informações como modelo de negócio. A revista sugere ainda aos jovens e pais que assistam às reportagens e documentários sobre o modo de funcionamento das gigantes da web, para que compreendam os riscos e evitem os abusos.
    10/15/2021
    3:04
  • A Semana na Imprensa - Um ano após decapitação de Samuel Paty, morte do professor francês ainda é tabu
    A revista francesa Le Point traz uma reportagem sobre o aniversário da morte do professor Samuel Paty, decapitado por um jovem extremista nas redondezas do colégio onde dava aula em 16 de outubro de 2020. O texto aponta que quase um ano após o crime, o assunto ainda é tabu. A reportagem retornou a Conflans-Sainte-Honorine, da onde ocorreu o assassinato, para saber como andam os moradores da pequena cidade dos arredores e Paris e dos alunos do colégio onde Paty dava aula. “Todos sonham em virar a página”, explica a revista.   A diretora da escola evita entrevistas e tentar proteger os alunos do contato com a imprensa. “Vocês imaginam o que passa na cabeça de um adolescente ou até de um professor quando um repórter vem fazer perguntas sobre esse assunto ? ”, diz a diretora. “É como se apagássemos em algumas horas tudo o que fizemos para encontrar uma harmonia”, continua.   Ela se refere aos meses de investigação, à exposição midiática do caso e principalmente às mais de 200 consultas solicitadas ao grupo de psicólogos colocados à disposição da cidade. O pai de um aluno conta que, nos primeiros meses após o assassinato, reinava um clima de tensão, já que muita gente buscava encontrar um culpado dentro da própria escola, numa tentativa de entender como a intolerância levou a esse ato extremo.  Caricaturas do profeta Maomé Paty foi morto após ter dado uma aula sobre a liberdade de expressão, baseando-se no exemplo das caricaturas do profeta Maomé publicadas na imprensa. O episódio suscitou uma campanha de difamação visando o professor nas redes sociais e um jovem checheno, que não era seu aluno e nem morava na mesma cidade, decidiu se vingar.   “Hoje o clima está mais sereno”, comenta uma testemunha ouvida pela revista L'Obs. Mesmo assim, o assunto ainda é delicado. A prova é a resistência encontrada para a realização de algumas homenagens ao professor. A escola onde ele dava aula deveria ser batizada com seu nome, mas a direção preferiu esperar que seus alunos, que testemunharam o crime, não estivessem mais no estabelecimento. “A cidade ainda tem que digerir o trauma”, comenta um vereador.   No resto do país três escolas foram rebatizadas Samuel Paty. Outros estabelecimentos levando o nome do professor morto devem abrir suas portas em 2022.   Porém, em alguns colégios,a tentativa de homenagem não agradou. Pelo menos duas escolas tiveram o projeto de mudança de nome rejeitado pelos próprios professores que, segundo os testemunhos, temiam que o estabelecimento se tornasse um alvo. No entanto, a direção não desiste, e espera convencê-los do contrário, alegando que abandonar a homenagem seria dar a vitória aos terroristas.
    10/9/2021
    2:32
  • A Semana na Imprensa - Livro revela a existência de uma família parisiense que há 200 anos se casa apenas entre si
    A revista L’Obs desta semana dá destaque para o caso de uma família que há mais de dois séculos vive praticamente isolada do mundo exterior. A história dessa comunidade, que segue rígidos preceitos católicos, é tema de um livro que acaba de ser lançado após uma investigação que durou mais de um ano.   O livro “Enquete sur La Famille, une mystérieuse communauté religieuse” (“Investigação sobre A Família, uma misteriosa comunidade religiosa”, em tradução livre) é assinado pelo jornalista Etienne Jacob, que se interessou pelo assunto após a revelação da existência dessa família pela imprensa, em junho de 2020. Desde então, ele tentou entender o funcionamento desse grupo que hoje tem entre 3.000 e 4.000 pessoas.   Segundo o autor, que foi entrevistado pela revista L’Obs, a saga começou em 1819, quando dois cristãos fundamentalistas decidiram que suas famílias não deveriam se misturar com o restante da população. Adeptos do jansenismo, um movimento teológico que se opõe aos jesuítas, a família defende acima de tudo a endogamia, ou seja, o fato de se relacionar apenas com pessoas do mesmo grupo.   Além disso, eles acreditam que François Bonjour, um dos fundadores da família, voltará à terra para salvar suas ovelhas. Segundo eles, esse retorno deve acontecer na rue de Montreuil, uma rua no leste da capital. E, por essa razão, praticamente todos os membros da comunidade moram na mesma região, esperando a volta do mestre.   Doenças ligadas à consanguinidade   Essa família gigantesca vivia discretamente até que os médicos obstetras do bairro começaram a constatar um aumento de casos de bebês portadores de doenças provocadas pela consanguinidade. Ao mesmo tempo, um dos membros da família, que abandonou a comunidade, fez uma denúncia ao órgão do governo que controla a formação de seitas no país.   A partir daí Etienne Jacob começou a sua investigação. O jornalista entrevistou mais de 40 membros da comunidade, muitos deles que deixaram a família ou que foram expulsos quando ousaram se casar com pessoas vindas de fora.   “No início dos anos 2000 muitos deixaram o grupo, certamente por causa do desenvolvimento da internet, que tornou mais simples uma abertura para o mundo exterior”, explica o texto. Mas segundo ao autor do livro, para aqueles que permanecem na comunidade, a vida ainda é como há 50 anos. Construídos como uma “micro sociedade machista, centrada na figura paterna heterossexual”, eles cultivam as famílias numerosas e são totalmente contra a homossexualidade”, relata o jornalista nas páginas da L'Obs. Solidariedade e autoritarismo Jacob aponta aspectos positivos, como a noção de solidariedade, já que os membros se ajudam, os idosos vivem com os filhos até a morte e as viúvas são apoiadas por um fundo alimentado pela própria comunidade. Ele também explica que essa família gigante não pode ser considerada uma seita, pelo menos do ponto de vista legal, já que eles não tentam recrutar novos membros, não têm um guru e o grupo não exerce pressão financeira sobre os adeptos. No entanto, dentro dos núcleos familiares o autoritarismo dos pais reina.   Além disso, o autor também ressalta os problemas ligados aos inúmeros casamentos entre primos, tios e outros parentes. A família registra um alto índice de pessoas com deficiência auditiva, com déficit intelectual, ou ainda com a síndrome de Bloom. A doença, extremamente rara, e que se manifesta, entre outras características, por uma forma de nanismo, atinge uma em cada um milhão de pessoas. Mas nessa família do leste de Paris entre 20 e 30 membros apresentam as mesmas características, o que é visto com uma possível sequela da consanguinidade. Sem esquecer que o grupo registra índices elevados de jovens que morrem de câncer por falta de tratamento. Pois um dos preceitos seguidos pela comunidade é que “na Família, você deve aceitar a vontade de Deus”.
    10/1/2021
    2:35
  • A Semana na Imprensa - “Ghosting”: a arte de “sumir” sai dos aplicativos de paquera e entra no mundo corporativo
    A revista M do jornal francês Le Monde traz uma reportagem sobre as novas formas do ghosting, o fenômeno que, originalmente, consiste em “desaparecer” no ambiente digital, principalmente das redes sociais. Muito praticado nos aplicativos de paquera, o ghosting começa a ser visto também no mundo do trabalho, por pessoas que não respondem aos e-mails profissionais ou aquelas que simplesmente somem sem dar explicação em pleno processo seletivo para uma vaga.  Segundo a reportagem, deixar de responder e-mails ou mensagens de áudio tem se tornado um fenômeno generalizado. Uma pesquisa realizada em seis países (Alemanha, Coreia do Sul, Dinamarca, França, Reino Unido e Estados Unidos) constatou que 72% das pessoas ouvidas têm o hábito de ignorar alguns e-mails profissionais.  De acordo com Malene Rydahl, autora de um livro sobre assunto entrevistada pela revista, em dois terços dos casos a falta de resposta não está ligada a nenhum motivo pessoal e sim ao acúmulo de mensagens, que gera uma espécie de “sobrecarga mental”. “Ou não temos tempo, ou esquecemos de responder, ou temos muitas mensagens”, insiste a autora.  No entanto, aponta a reportagem, essa nova versão do ghosting tem ganhado uma forma mais inusitada: a dos profissionais que, em pleno processo seletivo, desaparecem. Segundo o texto, isso acontece com mais frequência nos setores mais dinâmicos da economia, como nas profissões ligadas às novas tecnologias, onde a procura de trabalhadores é grande e os candidatos não querem mais esperar muito tempo antes de assinar um contrato.  Um engenheiro na área da informática francês ouvido pela revista relatou que é muito solicitado via LinkedIn, mas que se o processo de recrutamento leva mais de duas semanas, ele perde a motivação e começa a negociar com outras empresas. Outra entrevistada admite que com o “ghosting profissional”, ela se vinga daqueles que, no passado, não respondiam às suas candidaturas ou não davam retorno após as entrevistas de emprego. Esse comportamento mostra uma inversão no equilíbrio de poder entre candidatos e empregadores, adubada pela retomada econômica pós-pandemia, frisa a revista. Mudar de emprego e "esquecer" de avisar o patrão  Já a versão mais extrema do ghosting são aqueles contratados que não aparecem no primeiro dia de trabalho. Ou, pior ainda, os que assumem o cargo e, depois de alguns dias, abandonam o emprego sem dar satisfações. O texto explica que isso sempre ocorreu em setores como construção civil ou restaurantes, onde existe uma certa precariedade nos contratos oferecidos e, ao mesmo tempo, a facilidade de encontrar novas oportunidades. Porém, o fenômeno começa a ser cada vez mais frequente em cargos de responsabilidade, nos quais o funcionário encontra um novo emprego e abandona o anterior, mas “esquece” de avisar o patrão.  “O excesso de escolhas, o fato de estar em um setor dinâmico ou de ter um perfil bastante procurado não são as únicas explicações para esse comportamento desrespeitoso”, sentencia a revista. Segundo o texto, o “ghosting profissional” poderia estar ligado um fenômeno geracional, com pessoas que se acostumaram a “swiper” os perfis nos sites de relacionamento e acabam fazendo o mesmo no mundo do trabalho. “Em busca de um sentido [para a vida] e cada vez mais distantes do mundo corporativo, muita gente não hesita mais na hora de sumir, sem explicação”, resume a reportagem. Uma das entrevistadas explica que “os candidatos querem evitar os conflitos e o constrangimento, então acham mais fácil desaparecer do que enviar uma mensagem explicando suas razões”.  Entretanto, os especialistas ouvidos lembram que essa estratégia é arriscada para a reputação daquele que desaparece. “O mundo profissional é pequeno: o responsável pelo recrutamento de hoje pode se tornar o seu diretor de recursos humanos amanhã”. Nesse caso, o “ghosting profissional” pode se tornar um verdadeiro fantasma e assombrar durante muito tempo, conclui ironicamente a reportagem da revista M.
    9/24/2021
    3:05
  • A Semana na Imprensa - E se a Alemanha virasse à esquerda nas eleições legislativas de 26 de setembro?
    A vantagem do social-democrata Olaf Scholz nas pesquisas como potencial sucessor da chanceler Angela Merkel, a uma semana das eleições legislativas de 26 de setembro, faz a revista semanal francesa L'Express considerar: "E se a Alemanha desse uma guinada à esquerda?". A campanha de Olaf Scholz, atual ministro das Finanças, promove o candidato como o novo Helmut Schmidt, o ex-dirigente do Partido Social-Democrata (SPD) que faleceu em 2015 e entrou para a história como o "Chanceler de Ferro" (1974-1982) por suas reformas sociais e uma política de defesa intransigente com os soviéticos, ancorada no fortalecimento bélico dos europeus dentro da OTAN. Assim como Helmut Schmidt, Scholz vem de Hamburgo (norte). Como seu mentor, ele não é um idealista, mas um pragmático, escreve a L'Express. O candidato poupa os eleitores de grandes discursos visionários para se concentrar no essencial e instala aquela atmosfera que os alemães adoram: a estabilidade.  Segundo analistas locais, Scholz nem é muito forte como candidato à chancelaria, mas é o mais forte entre os concorrentes. Ele aproveitou as desastrosas campanhas de seus dois principais adversários, o conservador Armin Laschet, da União Democrata Cristã (CDU), e a candidata dos Verdes, Annalena Baerbock, que revelou ainda não ter estatura para se tornar chanceler. O social-democrata propõe um programa conciso e de esquerda, avalia a L'Express: "Salário mínimo de € 12 por hora, superior aos € 10 atuais – medida que beneficiaria 10 milhões de trabalhadores –, pensões de aposentadoria estáveis ​​e proteção climática", repete o candidato, sem parar. Possível aliança com a esquerda radical?  Essa reviravolta no cenário político abriu caminho para novas alianças. Apontado como tendo apenas 25% das intenções de voto, o SPD não poderá eleger sozinho o chanceler. Mas Scholz já proclamou que não pretende repetir o esquema da "grande coalizão" atual com os conservadores. Ele gostaria de liderar a Alemanha com os ecologistas. Para obter a maioria na Assembleia Federal (Bundestag), o SPD também poderia apelar aos liberais do FDP. Mas Scholz não esqueceu que em 2017, os liberais abandonaram as negociações com a CDU e os Verdes. Ele também sabe que seus apoiadores não estão nada entusiasmados com a ideia de uma aliança com os liberais, que defendem a disciplina orçamentária e se recusam a taxar os mais ricos. Scholz não descarta, portanto, outro cenário: aliar-se à esquerda radical, a legenda Die Linke, que perdeu seu caráter de protesto e está disposta a fazer concessões. Em questões sociais e fiscais, os dois partidos de esquerda estão unidos. Ambos defendem um aumento do salário mínimo, uma reintrodução do imposto sobre a riqueza, um aumento das tributações sobre os salários altos e uma regulamentação dos aluguéis. Para formar essa "frente de esquerda", seria necessário superar um grande obstáculo: a política externa. Die Linke defende a saída da OTAN, o fim das intervenções armadas no exterior, a redução dos gastos com armamentos e, acima de tudo, uma reaproximação com Moscou – posições antiamericanas que criariam problemas à cooperação franco-alemã.  Essa perspectiva de participação da esquerda radical em um governo Scholz acabou dando novo fôlego à direita alemã na reta final da campanha. O candidato de Merkel, Armin Laschet, acenou com o lenço vermelho acusando o SPD de se preparar nos bastidores para o "retorno do comunismo", como nos dias da Guerra Fria. "Laschet usa seu último cartucho", comentaram ironicamente os liberais.  Merkel levanta "risco do comunismo" Merkel, que havia decidido ficar longe da campanha, teve de abandonar sua reserva para salvar seu partido de um desastre eleitoral. Em seu último pronunciamento no Parlamento alemão, ela destacou: "Não dirigimos a Alemanha com qualquer um".  Segundo a L'Express, Merkel reiterou o recado aos alemães: "Vocês têm de escolher entre Laschet e o comunismo", uma ameaça cujo resultado só se saberá nas urnas em 26 de setembro.
    9/17/2021
    3:35

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